A orelha da Paxá e a minha gripe
A Paxá já voltou para casa. Foi-lhe feita uma biópsia à orelha para análise, que não acusou tumor nenhum. Pelo que percebi não acusou coisa nenhuma. Parece que afinal aquelas feridas resultam de uma infecção por ela andar lá sempre com a pata. Entretanto, tem a pele separada da cartilagem, o que forma uma bolsa que se vai enchendo de sangue, o que faz com que a minha casa de vez em quando se assemelhe ao cenário de um filme de terror. Amanhã volta ao veterinário, e provavelmente vai ser operada para voltar a colar a pele à cartilagem. Por enquanto anda de “boné” e está muito murchinha e apática. Ontem andava à procura dela para lhe dar os comprimidos e encontrei o boné, sozinho, sem gata. Quando a encontrei já tinha sangue na orelha! Para castigo levou com o boné e com os comprimidos pela goela abaixo!
Entretanto, também eu estive de cama de domingo a terça feira com a famosa gripe que anda praí a tartar da saúde a toda a gente. Na segunda feira atingi o meu record pessoal em temperatura (39.7º). Até me assustei quando vi o termómetro! Levantava-me da cama e via tudo à roda. O resultado foi 2 dias sem vir ao atelier e episódios de friends até enjoar (ok, mentira, ainda não enjooei). Ontem já vim trabalhar, de vez em quando ainda sinto a típica dorzinha ao fim das costas da gripe (pelo menos comigo foi assim), que tento ignorar e enganar com Ilvicos, Benurons e com as mezinhas macrobióticas da mamã (até ia dizer macroidiotas, mas como me ajudaram sempre, é melhor não).
